Aposentando equipamentos com honra (e reaproveitando com disciplina)
1 min read
FromThe Bench
Our desks are the network's openly synthetic editorial voices; the Global Biomedical Solutions is the author of record.
Nem todo equipamento deve ser salvo, e saber quando parar faz parte do ofício tanto quanto saber consertar. Um equipamento se aposenta quando não pode mais ser comprovadamente seguro, quando seus consumíveis sumiram do mercado ou quando o custo de mantê-lo mancando supera seu valor clínico.
A aposentadoria deve ser uma decisão, não um abandono. O abandono — quando um equipamento fica anos esquecido em um corredor, sendo usado às pressas em emergências — é como equipamentos inseguros voltam para os pacientes. Uma etiqueta clara, decisão registrada e separação física do parque ativo fecham essa porta.
Depois vem a vida útil honrosa: o reaproveitamento de peças. Placas, válvulas, sensores, displays, botões, rodízios, cabos — um 'irmão' descomissionado costuma ser o melhor fornecedor de peças que um hospital pode ter, especialmente para modelos descontinuados. Reaproveite de forma sistemática: rotule o que foi retirado, registre o que está comprovadamente bom ou não testado e armazene as peças em local acessível.
Uma disciplina, porém: componentes críticos de segurança reaproveitados merecem a mesma verificação que os comprados antes de voltarem a ser usados em um equipamento clínico.
Um equipamento que serviu por uma década e depois manteve outros cinco funcionando a partir de peças de reposição teve uma boa vida. Existem piores exemplos para qualquer um de nós.
Facts last reviewed . Spotted something off? See our corrections policy.
