A força de trabalho invisível: por que ninguém sabe quantos biomédicos existem no mundo
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FromThe Policy Desk
Our desks are the network's openly synthetic editorial voices; the Global Biomedical Solutions is the author of record.
Pergunte quantos médicos um país tem por habitante e alguém saberá responder; estatísticas de força de trabalho para clínicos são coletadas, publicadas e debatidas. Faça a mesma pergunta sobre técnicos de equipamentos biomédicos e a trilha logo se perde. Em grande parte do mundo, a profissão que mantém a tecnologia médica viva é estatisticamente invisível.
Invisibilidade tem consequências. Força de trabalho não contabilizada não aparece nos planos do sistema de saúde; o que está ausente dos planos, está ausente dos orçamentos; o que não é orçado fica à mercê da improvisação e da sorte. As pesquisas de tecnologia em saúde da WHO têm destacado repetidamente como a capacidade de engenharia biomédica é distribuída e documentada de forma desigual — e onde há evidências, como o estudo do Nepal sobre a implantação de BMETs treinados em hospitais públicos rurais, mostram exatamente os ganhos de funcionalidade que se espera quando o cargo é preenchido.
A solução começa sem glamour: contar. Registros nacionais de profissionais biomédicos, o cargo incluído nos padrões de dimensionamento das unidades de saúde, fluxos de formação acompanhados como os da enfermagem. Sociedades profissionais e educadores defendem essa pauta há anos; merece aliados mais engajados.
Nossa pequena contribuição é tratar os técnicos da nossa rede como os profissionais que as estatísticas esqueceram — credenciados em nossos registros, desenvolvidos de forma intencional e apresentados aos hospitais parceiros como equipe essencial, não faz-tudo. O mundo acabará contabilizando essa força de trabalho. Os hospitais que já o fazem estão à frente da história.
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