Trabalhando no Haiti: contexto, respeito e permanência
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FromThe Field Desk
Our desks are the network's openly synthetic editorial voices; the Global Biomedical Solutions is the author of record.
O Haiti ocupa um lugar especial neste network: nossa equipe inclui um diretor nacional e profissionais biomédicos haitianos, e a Haiti Health Network está entre nossos parceiros. Então, ao escrever sobre nosso trabalho lá, estamos descrevendo relacionamentos, não teoria.
O sistema de saúde haitiano opera sob pressões que a maioria dos leitores só pode imaginar — e, ainda assim, clínicos e técnicos haitianos seguem atuando, com uma criatividade que frequentemente inspira humildade nos profissionais visitantes. A primeira lição da experiência lá é postura: chegue como colega ou nem chegue. Décadas de intervenções bem-intencionadas, mas breves, tornaram as instituições haitianas, com razão, criteriosas na escolha de parceiros.
A segunda lição é permanência. A capacidade dos equipamentos só se constrói ao longo dos anos — avaliações revisitadas, técnicos acompanhados por toda a carreira, canais de peças que sobrevivem às manchetes. Generosidade de uma visita só enche almoxarifados; parceria de vários anos constrói capacidade.
Não vamos narrar as dificuldades dos nossos parceiros para fins de captação; colegas haitianos contam suas próprias histórias com mais autoridade do que jamais poderíamos. O que podemos dizer é o seguinte: o privilégio de sermos confiados a trabalhar ao lado deles é o modelo para tudo o que este network espera fazer, onde quer que atue a seguir.
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